Home Data de criação : 09/06/16 Última atualização : 09/07/26 18:15 / 12 Artigos publicados

Freios  (Equipamento) escrito em domingo 26 julho 2009 18:15

Freios. Freios (descenders) são equipamentos utilizados para asseguramento e rapel. Tipos de freios: Existem três grandes grupos de freios: Freio 8 e semelhantes. Ex: Freio 8. Equipamento de asseguramento dinâmico e bloqueio manual utilizado a muitos anos no alpinismo clássico. Pontos positivos: • São simples. • Versáteis. • Duráveis. • Proporcionam rapéis rápidos. Pontos negativos: • São pesados. • Incômodos para assegurar o companheiro. • Perigoso para assegurar grandes quedas. • Diminuem a durabilidade das cordas (provocam torção e deslizamento da capa sobre a alma). O freio 8 está longe de ser considerado um equipamento eficaz para escalada em rocha. Freios tubulares. Ex: Sticht, ATC, ... Derivados do freio de placa (Sticht Plate), inventado por Jeff Lowe em 1988, os freios tubulares são aparelhos de asseguramento dinâmico e de bloqueio manual. São dotados de orifícios por onde passam as cordas que, posteriormente, deverão ser conectadas a um mosquetão de grande dimensão (HMS). Pontos positivos: • São leves. • Seguros. • Possuem excepcional maneabilidade. Pontos negativos: • São pouco duráveis. • Travam demais durante o rapel. Os freios deste grupo são excelente tanto para escalada de vias tradicionais (>50m) como para o rapel. Freios automáticos. Ex: Gri-gri, ABS, ... Aparelhos de asseguramento semi-estático e de bloqueio automático projetados para vias de escalada esportiva. Funcionam, basicamente, como o cinto de segurança de um carro. Pontos positivos: • São excepcionalmente seguros. • Possibilitam uma frenagem rápida e eficiente. • Muito cômodos para assegurar o companheiro (principalmente conectado ao ponto de reunião). Pontos negativos: • Preço elevado. • Peso elevado. • Aumentam a força de impacto sobre as ancoragens. • A maioria dos modelos não possibilitam rapel com corda dupla. Os freios deste grupo são excelentes para escalada de vias esportivas (<50m). Freios mistos. Ex: Reverso. São aparelhos que possuem as características dos freios tubulares (quando utilizados para fornecer segurança para o guia) e as características dos freios automáticos (quando utilizados para fornecer segurança de cima para o segundo da cordada). * Para saber sobre o uso e limitações do seu freio basta consultar o manual de instruções do mesmo. * Quanto mais corda um freio deixar "rolar" antes da frenagem completa de uma queda, mais dinâmica será essa frenagem e menor será a força de impacto transferida para o escalador e para os pontos de ancoragem. Dicas: - Os freios podem ser limpos com um pano úmido. - Um freio pode durar mais de 10 anos mas isso vai depender do uso, condições, ... - Existem fatores que obrigam o seu abandono e destruição tais como: desgaste visível, deformação ou queda importante.

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ORAÇÃO DO COMBATENTE DA MONTANHA  (MONTANHISMO) escrito em sábado 20 março 2010 19:00

ORAÇÃO  DO  COMBATENTE  DE  MONTANHA

Senhor , vós que sois Onipotente , concedei-nos no fragor da luta ,

A nós que vencemos as pedras ,

A nós que conhecemos o sabor dos ventos ,

O destemor  para combater ,

A santa dignidade para preservar ,

A força e a coragem para sempre avançar ,

E a Fé para tudo suportar ,

E dai-nos também , ó Senhor Deus ,

Quando a guerra nos for adversa ,

E quanto maior for a incerteza ,

A determinação de nunca recuar ,

 E anti ao inimigo , jamais fracassar ,

Montanha......( texto de oração , encontrado no bolso de um combatente , morto em combate , Vietnã ....) ....Ademir , alpinista guia de montanha , int de SP.

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ALPINISMO INTERIOR DE SP.  (TECNICAS DE ESCALADA EM ROCHA) escrito em sábado 09 janeiro 2010 20:45

NATÁLIA ,9 anos , alpinismo com segurança , no interor de SP. , desenvolvendo atividades de escalada para iniciantes , com coragem e dedicação realizam , atividade radical , escalada e rapel , estamos em atividades visitando lugares e pontos turisticos no território nacional , vias guiadas , por pinos e chapeletas , diversos níveis de escalada , preparação de pontos de ancoragem , trabalhos com equipamentos , a estratégia é feita de modo que todos os atletas , possam executar o exercicio , vencer os limites , medo ,ansiedade , seus proprios limites , e aprender trabalhar em grupos , valor da amizade ,  coragem , concentração , dedicação ,  humildade , fé , poder visitar lugares , com segurança , e fazer parte de um eco sistema , vivo e atuante , tanto a flora como a fauna , trecho de mata atlântica , rios , cachoeiras , corredeiras , montanhas , com picos de altitude , a 2720 mtrs de altitude ao nivél do mar , estado do RJ . , MG. , SP.    QUANDO  INICIAMOS  TINHA-MOS  TODAS  AS  DÚVIDAS  POSSÍVEIS , E  HOJE  DEPOIS  DE  UMA DECADA ,  ESTAMOS  MELHORANDO  MUITO , A  ATIVIDADE  NÃO  SE  RESUME  APENAS  EM  UMA  EXPERIENCIA   ,  MAIS  SIM   CONTRIBUIR   ,   PARTICIPANDO   DESSE   FASCINATE  , ECO  SISTEMA  ,  BOAS  ESCALADAS   A TODOS  OS   RADICAIS  ,   FELIZ 2010  ,  BOAS  FESTAS ......   Ademir   ,   Betos Morcego ......

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Itatiaia 2009  escrito em sábado 04 julho 2009 17:34

Blog de asanortetrilhasverticais : ASA NORTE TRILHAS VERTICAIS, Itatiaia 2009

Saida dia 09/07/2009,visita ao parque nacional do Itatiaia (parte alta)contato:asa norte trilhas verticais (ORKUT) fone :19-92026963 Ademir.

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MONTANDO UM RAPEL DE EMERGENCIA  (TECNICAS DE DESCIDA VERTICAL(RAPEL)) escrito em quinta 02 julho 2009 19:41

Você já deve ter ouvido histórias ou até já pode ter passado por essa situação, um descuido e seu freio ou do parceiro de cordada chega à base antes que todo mundo.

E aí, o que fazer? Pense que na pré-história da escalada os freios não existiam, os "antigos" desciam utilizando o rapel clássico, um procedimento pelo qual se necessita apenas de corda para executar a descida. Hoje em dia, mesmo que você perca seu freio, esta técnica não é recomendada, visto que ainda restarão mosquetões, com os quais será possível improvisar outros métodos muito mais seguros.

No entanto, como se trata de termo que se ouve com frequência, também vamos mostrá-lo aqui como uma curiosidade histórica, ou para ser usado naqueles dias em que todos os espíritos da montanha estiverem contra você e só te restar a corda.

Rapel Clássico


Abaixo, além do rapel clássico, mostramos alguns outros métodos interessantes para o seu dia de má sorte. Importante lembrar que os mesmos devem ser treinados, pois muito provavelmente você não andará com essa página na sua mochila para um curso rápido, caso seu freio caia. E não esqueça do backup, seja qual for a sua preferência, machard, prusik, backman... em cima, embaixo... use!

Para se executar esse tipo de descida, o escalador deve:

  • Passar a corda no meio das pernas, trazê-la para frente laçando uma coxa e jogá-la por cima do ombro oposto.
  • Feito isso segura-se a corda que desce pelas costas com a mão do mesmo lado da coxa laçada (inverso ao ombro).
  • A descida é controlada com o atrito da corda com o corpo, especialmente a região da nádega e do ombro/pescoço.


Deve-se certificar de que está com uma BOA proteção no conjunto ombro/pescoço. Se acaso não estiver, pode terminar a descida com uma bela queimadura por atrito de corda.

Especial cuidado deve-se tomar com as cordas molhadas, pois apesar de não ter problema de atrito (não fica mais lisa como muitos pensam), a sujeira (areia, principalmente) que gruda na corda pode estraçalhar a roupa com uma facilidade incrível.

Como foi dito antes, existem técnicas bem mais seguras que esta, evite-a sempre que puder.

rapel_classico

Nó UIAA ou nó meia-volta do Fiel

O UIAA é bastante confiável, desde que feito corretamente, basta um mosquetão para que você consiga rapelar com este método.

rapel_uiaa_1
Segure a corda com o polegar para baixo.


rapel_uiaa_2
Traga o polegar em sua direção com a mão espalmada, fazendo uma laçada como mostra a foto.


rapel_uiaa_3
Agora, sem deixar a laçada se desfazer, segure a corda no ponto indicado acima.


rapel_uiaa_4
Prenda um mosquetão onde você estava segurando a corda.


rapel_uiaa_5
Com o mosquetão no seu bauldrier...



rapel_uiaa_6

Basta descer.

Lembrando que você estará usando as duas pontas da corda, a não ser que utilize algum método para descer em uma só ponta, como feito com grigri ou outro freio dinâmico, (logo abaixo) O resultado final com a corda dupla seria este:

rapel_uiaa_final

 

Mosquetões Cruzados - Método Yosemite

Este método é muito eficaz e proporciona uma descida bastante suave. São necessários de dois a quatro mosquetões, que podem ser obtidos desmontando uma ou mais costuras. Quanto maior o número de mosquetões, maior o poder de frenagem (atrito). Para montá-lo siga os passos abaixo:

rapel_yosemite_1
Clipe dois mosquetões simples com os gatilhos invertidos e em oposição no seu mosquetão órfão de freio.


rapel_yosemite_2
Passe a corda pelos dois mosquetões, formando uma alça.



rapel_yosemite_3

Clipe um mosquetão abraçando um lado desse laço e a perna da corda que vem da ancoragem.



rapel_yosemite_4


Clipe outro mosquetão, com o gatilho invertido, mas não em oposição, os dois gatilhos permanecem virados para baixo.

rapel_yosemite_5

Tensione a corda, ajustando todo o sistema.



rapel_yosemite_6

Continue puxando e apertando, fazendo os mosquetões se cruzarem. Está pronto!

rapel_yosemite_final

Atenção na hora de desmontar o freio, faça na ordem inversa da montagem, para não deixar os mosquetões caírem.

Usando um freio dinâmico (gri-gri, cinch, etc...)

Se por um acaso do destino, tudo o que restou no seu rack foi seu gri-gri, não se desespere, também é possível descer com ele de maneira segura. Faça o seguinte:

  • Passe a corda normalmente na ancoragem até alcançar seu meio.
  • No meio da corda faça um nó, pode ser o oito, azelha ou fiel.
  • Prenda um mosquetão nesse laço, deixando-os de um dos lados da ancoragem.
  • Passe a outra perna da corda nesse mosquetão.
  • Desça com seu freio dinâmico. Quando a corda é tensionada, o nó será puxado para o ponto de ancoragem, travando o sistema.
  • Chegando ao final da descida, puxe a corda que está com o nó e o mosquetão deslizará pela corda.


O esquema abaixo ilustra bem o procedimento:

rapel_grigri1

 

.....A maioria dos acidentes em escalada ocorre devido a erros humanos. Os fatores que definem o acerto ou o erro na maioria dos acidentes são o nível de conhecimento, a experiência e a competência do escalador em realizar o melhor julgamento da situação específica em que se encontra. Saber avaliar uma situação de risco e utilizar os melhores meios disponíveis naquele momento para sair de uma roubada é uma habilidade/competência indispensável que todos nós devemos buscar constantemente.

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