Freios. Freios (descenders) são equipamentos utilizados para asseguramento e rapel. Tipos de freios: Existem três grandes grupos de freios: Freio 8 e semelhantes. Ex: Freio 8. Equipamento de asseguramento dinâmico e bloqueio manual utilizado a muitos anos no alpinismo clássico. Pontos positivos: • São simples. • Versáteis. • Duráveis. • Proporcionam rapéis rápidos. Pontos negativos: • São pesados. • Incômodos para assegurar o companheiro. • Perigoso para assegurar grandes quedas. • Diminuem a durabilidade das cordas (provocam torção e deslizamento da capa sobre a alma). O freio 8 está longe de ser considerado um equipamento eficaz para escalada em rocha. Freios tubulares. Ex: Sticht, ATC, ... Derivados do freio de placa (Sticht Plate), inventado por Jeff Lowe em 1988, os freios tubulares são aparelhos de asseguramento dinâmico e de bloqueio manual. São dotados de orifícios por onde passam as cordas que, posteriormente, deverão ser conectadas a um mosquetão de grande dimensão (HMS). Pontos positivos: • São leves. • Seguros. • Possuem excepcional maneabilidade. Pontos negativos: • São pouco duráveis. • Travam demais durante o rapel. Os freios deste grupo são excelente tanto para escalada de vias tradicionais (>50m) como para o rapel. Freios automáticos. Ex: Gri-gri, ABS, ... Aparelhos de asseguramento semi-estático e de bloqueio automático projetados para vias de escalada esportiva. Funcionam, basicamente, como o cinto de segurança de um carro. Pontos positivos: • São excepcionalmente seguros. • Possibilitam uma frenagem rápida e eficiente. • Muito cômodos para assegurar o companheiro (principalmente conectado ao ponto de reunião). Pontos negativos: • Preço elevado. • Peso elevado. • Aumentam a força de impacto sobre as ancoragens. • A maioria dos modelos não possibilitam rapel com corda dupla. Os freios deste grupo são excelentes para escalada de vias esportivas (<50m). Freios mistos. Ex: Reverso. São aparelhos que possuem as características dos freios tubulares (quando utilizados para fornecer segurança para o guia) e as características dos freios automáticos (quando utilizados para fornecer segurança de cima para o segundo da cordada). * Para saber sobre o uso e limitações do seu freio basta consultar o manual de instruções do mesmo. * Quanto mais corda um freio deixar "rolar" antes da frenagem completa de uma queda, mais dinâmica será essa frenagem e menor será a força de impacto transferida para o escalador e para os pontos de ancoragem. Dicas: - Os freios podem ser limpos com um pano úmido. - Um freio pode durar mais de 10 anos mas isso vai depender do uso, condições, ... - Existem fatores que obrigam o seu abandono e destruição tais como: desgaste visível, deformação ou queda importante.
Freios (Equipamento) escrito em domingo 26 julho 2009 18:15
ORAÇÃO DO COMBATENTE DA MONTANHA (MONTANHISMO) escrito em sábado 20 março 2010 19:00
ORAÇÃO DO COMBATENTE DE MONTANHA
Senhor , vós que sois Onipotente , concedei-nos no fragor da luta ,
A nós que vencemos as pedras ,
A nós que conhecemos o sabor dos ventos ,
O destemor para combater ,
A santa dignidade para preservar ,
A força e a coragem para sempre avançar ,
E a Fé para tudo suportar ,
E dai-nos também , ó Senhor Deus ,
Quando a guerra nos for adversa ,
E quanto maior for a incerteza ,
A determinação de nunca recuar ,
E anti ao inimigo , jamais fracassar ,
Montanha......( texto de oração , encontrado no bolso de um combatente , morto em combate , Vietnã ....) ....Ademir , alpinista guia de montanha , int de SP.
ALPINISMO INTERIOR DE SP. (TECNICAS DE ESCALADA EM ROCHA) escrito em sábado 09 janeiro 2010 20:45
NATÁLIA ,9 anos , alpinismo com segurança , no interor de SP. , desenvolvendo atividades de escalada para iniciantes , com coragem e dedicação realizam , atividade radical , escalada e rapel , estamos em atividades visitando lugares e pontos turisticos no território nacional , vias guiadas , por pinos e chapeletas , diversos níveis de escalada , preparação de pontos de ancoragem , trabalhos com equipamentos , a estratégia é feita de modo que todos os atletas , possam executar o exercicio , vencer os limites , medo ,ansiedade , seus proprios limites , e aprender trabalhar em grupos , valor da amizade , coragem , concentração , dedicação , humildade , fé , poder visitar lugares , com segurança , e fazer parte de um eco sistema , vivo e atuante , tanto a flora como a fauna , trecho de mata atlântica , rios , cachoeiras , corredeiras , montanhas , com picos de altitude , a 2720 mtrs de altitude ao nivél do mar , estado do RJ . , MG. , SP. QUANDO INICIAMOS TINHA-MOS TODAS AS DÚVIDAS POSSÍVEIS , E HOJE DEPOIS DE UMA DECADA , ESTAMOS MELHORANDO MUITO , A ATIVIDADE NÃO SE RESUME APENAS EM UMA EXPERIENCIA , MAIS SIM CONTRIBUIR , PARTICIPANDO DESSE FASCINATE , ECO SISTEMA , BOAS ESCALADAS A TODOS OS RADICAIS , FELIZ 2010 , BOAS FESTAS ...... Ademir , Betos Morcego ......
Itatiaia 2009 escrito em sábado 04 julho 2009 17:34
MONTANDO UM RAPEL DE EMERGENCIA (TECNICAS DE DESCIDA VERTICAL(RAPEL)) escrito em quinta 02 julho 2009 19:41
Você já
deve ter ouvido histórias ou até já pode ter passado por essa
situação, um descuido e seu freio ou do parceiro de cordada
chega à base antes que todo mundo.
E aí, o que fazer? Pense que na pré-história da
escalada os freios não existiam, os "antigos" desciam utilizando o
rapel clássico, um procedimento pelo qual se
necessita apenas de corda para executar a descida. Hoje em dia,
mesmo que você perca seu freio, esta técnica não é
recomendada, visto que ainda restarão
mosquetões, com os quais será possível improvisar
outros métodos muito mais seguros.
No entanto, como se trata de termo que se ouve com frequência,
também vamos mostrá-lo aqui como uma curiosidade
histórica, ou para ser usado naqueles dias em que todos os
espíritos da montanha estiverem contra você e só te restar a
corda.
Rapel Clássico
Abaixo, além do rapel clássico, mostramos alguns outros métodos
interessantes para o seu dia de má sorte. Importante
lembrar que os mesmos devem ser treinados, pois muito
provavelmente você não andará com essa página na sua mochila para
um curso rápido, caso seu freio caia. E não esqueça do backup,
seja qual for a sua preferência, machard, prusik, backman... em
cima, embaixo... use!
Para se
executar esse tipo de descida, o escalador deve:
- Passar a corda no meio das pernas, trazê-la para frente laçando uma coxa e jogá-la por cima do ombro oposto.
- Feito isso segura-se a corda que desce pelas costas com a mão do mesmo lado da coxa laçada (inverso ao ombro).
- A descida é controlada com o atrito da corda com o corpo, especialmente a região da nádega e do ombro/pescoço.
Deve-se certificar de que está com uma BOA proteção no
conjunto ombro/pescoço. Se acaso não estiver, pode
terminar a descida com uma bela queimadura por atrito de
corda.
Especial cuidado deve-se tomar com as cordas
molhadas, pois apesar de não ter problema de atrito (não
fica mais lisa como muitos pensam), a sujeira (areia,
principalmente) que gruda na corda pode estraçalhar a roupa com uma
facilidade incrível.
Como foi dito antes, existem técnicas bem mais seguras que esta,
evite-a sempre que puder.

Nó UIAA ou nó meia-volta do Fiel
O UIAA é bastante confiável, desde que feito corretamente, basta um mosquetão para que você consiga rapelar com este método.

Segure a corda com o polegar para baixo.

Traga o polegar em sua direção com a mão espalmada, fazendo uma
laçada como mostra a foto.

Agora, sem deixar a laçada se desfazer, segure a corda no ponto
indicado acima.

Prenda um mosquetão onde você estava segurando a corda.

Com o mosquetão no seu bauldrier...

Basta descer.
Lembrando que você estará usando as duas pontas da corda, a não ser que utilize algum método para descer em uma só ponta, como feito com grigri ou outro freio dinâmico, (logo abaixo) O resultado final com a corda dupla seria este:

Mosquetões Cruzados - Método Yosemite
Este método é muito eficaz e proporciona uma descida bastante suave. São necessários de dois a quatro mosquetões, que podem ser obtidos desmontando uma ou mais costuras. Quanto maior o número de mosquetões, maior o poder de frenagem (atrito). Para montá-lo siga os passos abaixo:

Clipe dois mosquetões simples com os gatilhos invertidos e em
oposição no seu mosquetão órfão de freio.

Passe a corda pelos dois mosquetões, formando uma alça.

Clipe um mosquetão abraçando um lado desse laço e a perna da corda
que vem da ancoragem.

Clipe outro mosquetão, com o gatilho invertido, mas não em
oposição, os dois gatilhos permanecem virados para baixo.

Tensione a corda, ajustando todo o sistema.

Continue puxando e apertando, fazendo os mosquetões se cruzarem.
Está pronto!

Atenção na hora de
desmontar o freio, faça na ordem inversa da montagem, para
não deixar os mosquetões caírem.
Usando um freio dinâmico (gri-gri, cinch, etc...)
Se por um
acaso do destino, tudo o que restou no seu rack foi seu gri-gri,
não se desespere, também é possível descer com ele de maneira
segura. Faça o seguinte:
- Passe a corda normalmente na ancoragem até alcançar seu meio.
- No meio da corda faça um nó, pode ser o oito, azelha ou fiel.
- Prenda um mosquetão nesse laço, deixando-os de um dos lados da ancoragem.
- Passe a outra perna da corda nesse mosquetão.
- Desça com seu freio dinâmico. Quando a corda é tensionada, o nó será puxado para o ponto de ancoragem, travando o sistema.
- Chegando ao final da descida, puxe a corda que está com o nó e o mosquetão deslizará pela corda.
O esquema abaixo ilustra bem o
procedimento:

.....A maioria dos acidentes em escalada ocorre devido a erros humanos. Os fatores que definem o acerto ou o erro na maioria dos acidentes são o nível de conhecimento, a experiência e a competência do escalador em realizar o melhor julgamento da situação específica em que se encontra. Saber avaliar uma situação de risco e utilizar os melhores meios disponíveis naquele momento para sair de uma roubada é uma habilidade/competência indispensável que todos nós devemos buscar constantemente.










